Revista Zoom Magazinehttp://www.zoommagazine.com.br/zoom/Revista Zoom Magazine<![CDATA[FEBRE DO RATO]]>Na terceira edição do FESTin, realizado de 09 a 16 de maio, o júri constituído por Alberto Rui Machado (Cabo Verde), Andrea Paola Costa Prado (Brasil), António Escudeiro (Portugal), José Carlos de Oliveira (Portugal) e Valdemar Dória (São Tomé) escolheu o filme Febre do Rato, do realizador brasileiro Cláudio Assis, como a Melhor Longa-Metragem em competição. Os filmes brasileiros Trampolim do Forte, de João Rodrigo Mattos, e Amor?, de João Jardim, foram agraciados pelo júri com menções honrosas ex-aequo. E Amanhã, do jovem realizador português Bruno Cativo, foi a longa-metragem escolhida pelo público.

Na competição de curtas-metragens, o júri composto por Carlos Manuel Câmara Leme (Portugal), Costa Neto (Moçambique) e Elvis Veiguinha (Angola) elegeu ex-aequo os filmes brasileiros Todos os Balões vão para céu, de Frederico Cabral, e Marcovaldo, de Cíntia Langie e Rafael Andreazza, como as melhores curtas-metragem. Entregou ainda menções honrosas à curta moçambicana A Ponte, de Diana Manhiça, e a Revolução nos Rabelados, do realizador cabo-verdiano Mário Benvindo Cabral. A Fábrica, do realizador brasileiro Aly Muritiba, foi a curta preferida pelo público.

 

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Thu May 17 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA["PLANO DE FUGA"]]>Wed May 16 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA["BOM DIA"]]>Mon May 14 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[MISTÉRIOS DE LISBOA]]>Fri May 11 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA["APROPRIAÇÕES..."]]>Thu May 10 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[CONVOCATÓRIA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA]]>Estão abertas as inscrições para a Convocatória da Exposição fotográfica coletiva dos fotógrafos do Centro-Oeste, que será reaozado de 01 a 30 de agosto no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, durante a programação oficial do mês da Fotografia 2012, em Brasília/DF.

Na ocasião, será realizado o lançamento do Catálogo da Exposição Fotográfica Coletiva, o I Encontro dos fotógrafos da Região Centro-Oeste e a formação da Rede Centro-Oeste de Fotografia.

Tanto a exposição coletiva quanto o encontro dos fotógrafos, fazem parte da programação oficial do Mês da Fotografia 2012, evento realizado pelo SESC/DF, com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC/DF) e com projeto e curadoria da Lente Cultural Coletivo Fotográfico. Esse ano o evento apresenta como tema “O Centro-Oeste: o homem, a cultura e o meio”.

Podem participar fotógrafos profissionais e amadores, que residam e tenha trabalho desenvolvido na região centro-oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul). A inscrição é gratuita e as obras devem ser enviadas para o e-mail expomes@gmail.com até o dia 15 de maio. O regulamento da Convocatória e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.mesdafotografia.blogspot.com .

Cada autor poderá enviar até 03 (três) fotografias, acompanhadas de currículo e ficha de inscrição.

A curadoria da exposição e seleção dos trabalhos será realizada pela Confederação Brasileira de Fotografia (Confoto), e ocorrerá nos dias 20 e 21 de maio. O resultado será divulgado até o dia 30 de maio no site www.mesdafotografia.blogspot.com.

Informações e esclarecimentos devem ser encaminhados para o e-mail expomes@gmail.com.

Serviço
Convocatória para a Exposição Fotográfica Coletiva – O Centro-Oeste, o Homem, a Cultura e o Meio.
Regulamento e ficha de inscrição no site www.mesdafotografia.blogspot.com
Envio das fotos para expomes@gmail.com
Prazo para envio das fotos – até 15/5/2012
Exposição – Galeria Térreo do Museu Nacional do Complexo Cultural da República
Período Exposição – 1 a 30/8/2012
Informações:
Carol Peres – (61) 3963-5119 / 8228-8023

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Wed May 09 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[FESTIVAL DE CURTAS BH]]>Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[OI FUTURO]]>Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[“V” DE “VERDADE”]]>Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[QUALIDADE ÉPICA_PARTE 2]]>Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[FUNÇÕES ASSISTENTES E PROTOCOLO DE GRAVAÇÃO – PARTE II]]>Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[O CÉU QUE NOS PROTEGE]]>Por Danielle Feltrin  Fotos Divulgação

Entre a ficção científica e o espiritualismo, Área Q apresenta algumas reflexões sobre o Homem e o universo

Não se sabe de onde vem aquela forte luz celeste (anunciada por um indefectível cheiro de jasmim) ou as razões desse fenômeno. Porém, muita gente acredita que, por meio dela, é possível vivenciar experiências sobrenaturais nas cidades de Quixadá e Quixeramobim (CE). Verdade ou mentira? E acima de tudo: um mistério a ser explicado pela ciência ou por espiritualistas?

Baseado em pesquisas sobre supostos avistamentos de OVNIs e abduções alienígenas, o longa-metragem Área Q, dirigido por Gerson Sanginitto (Cadáveres 2 e Beyond the Ring) e produzido por Halder Gomes (As Mães de Chico Xavier), é a primeira ficção científica com abordagem espiritual realizada no Brasil. A ideia era justamente propor um viés alternativo para as “batidas” histórias sobre ETs e similares, que são domínio dos realizadores norte-americanos.

Produzido por Reef Pictures e Sophia Filmes e coproduzido pela Estação Luz Filmes, ATC Entretenimentos e Boa Vontade Filmes, Área Q é estrelado por Isaiah Washington (da série Grey’s Anatomy), Murilo Rosa (Olga) e Tânia Khalill (das novelas Fina Estampa e Caminho das Índias), em sua primeira incursão no cinema. A produção teve direito a 28 dias de gravação no Ceará e a outros cinco em Los Angeles (EUA).

PRIMEIRO CONTATO
Quixadá e Quixeramobim são os cenários da trama por concentrarem um bom número de relatos sobre aparecimentos de objetos voadores não-identificados. “O visual instigante das cidades e as histórias contadas ali foram as razões para essa escolha. Justamente por isso, o filme se chama Área Q, o que é uma referência às iniciais dos nomes desses municípios”, explica Sanginitto (cineasta formado nos EUA e que, hoje, vive naquele país) à reportagem de Zoom Magazine.

O enredo gira em torno de Thomas Mathews (Washington), repórter estadunidense muito conceituado. Com o desaparecimento de seu filho, a carreira e a vida pessoal do protagonista entram em colapso. Thomas aceita fazer uma reportagem no Brasil, onde investigará contatos imediatos de primeiro, segundo e terceiro graus. Uma vez no Ceará, encontra João Batista (Rosa), lavrador que desapareceu da região anos atrás e que, por isso mesmo, sabe o que há por trás do fenômeno, bem como o paradeiro do filho de Thomas. Embora o repórter se apegue ao cepticismo, aos poucos passa a aceitar todos aqueles acontecimentos inexplicáveis.

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #146.

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Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[OFERTA E PROCURA]]>Por Luiz Carlos Lucena 

Hoje, quase metade dos filmes realizados no Brasil é constituída por documentários. Um fenômeno crescente, alimentado pela redução nos custos de produção

Apenas um documentário foi produzido no Brasil em 1994, ano em que Carla Camurati finalizava seu Carlota Joaquina, filme que iniciou o ciclo da Retomada no cinema brasileiro. Entre 1995 e 1998, oito filmes de não-ficção ganharam as telas – uma média de duas produções por ano. Em 2011, entre os 99 filmes produzidos no país, 40 eram documentários. Para a seleção do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2012 foram inscritos 92 filmes, sendo 40 de não-ficção. Nesses dezessete anos de Retomada, os documentários representaram 26% do total da produção cinematográfica do país. E, nos últimos anos, chegam a ser quase 50% do total.

Nunca se produziu tanto documentário no país. Um boom que deve consolidar a produção de filmes de não-ficção como parte significativa da indústria cinematográfica local. Com mais filmes do gênero, vem o reconhecimento, aqui e no exterior: o documentário brasileiro é considerado de qualidade excepcional, não apenas no aspecto técnico, mas, principalmente, como produto com linguagens variadas, que renovam o formato. 

EM DEBATE
No final do ano passado, o jornalista Alberto Dines recebeu alguns documentaristas em seu programa Observatório da Imprensa para discutir a questão. No editorial, resumiu nesses termos o atual momento de nossa produção: “apesar das ilimitadas possibilidades do filme de ficção, o documentário conseguiu atravessar incólume os 116 anos da história do cinema. E, ao contrário do que aconteceu com o Jornalismo, as novas tecnologias só o legitimam e o reforçam. Mas a sobrevivência do documentário também tem a ver com a formidável coleção de eventos ao longo dos séculos XX e XXI, nos quais foi testemunha e agente. Para Dines, o filme de não-ficção é o “antídoto” para as telenovelas e, talvez por isso, a TV comercial não dê ao gênero o estímulo que este merece.

O boom na produção de documentários tem três fundamentos principais. Primeiro, o segmento ganhou maior atenção com a implantação, pelo Governo Federal e pelas secretarias de cultura dos estados, das políticas de incentivos fiscais para a produção cultural – a Lei do Audiovisual, da Agência Nacional de Cinema - Ancine, e as leis estaduais ligadas ao ICMS. A possibilidade de financiar suas realizações com renúncia fiscal garantiu a cineastas e produtoras reativarem as produções na área do filme de ficção e no cinema documental.

Por outro lado, a oferta de câmeras e equipamentos digitais, cada dia com mais qualidade e preços acessíveis, e de softwares de edição mais amigáveis viabilizaram as produções. A possibilidade de produzir um documentário com equipes reduzidas também contribuiu para que se criassem pequenos núcleos voltados ao segmento – alguns filmes que chegam ao mercado têm sido realizados com equipes de duas, quatro pessoas, sem prejuízo de qualidade. Jamais a frase-símbolo do Cinema Novo – uma câmera na mão e uma ideia na cabeça – teve tanto significado como na atualidade.

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #146.

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Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[FRONTEIRA AVANÇADA]]>Por Redação Fotos Divulgação 

NAB Show, mais uma vez, cumpre o seu papel e traz as ultimas novidades e inovações do mercado Broadcast

Líderes da mídia, do entretenimento e profissionais dos mais variados segmentos da comunicação puderam compartilhar seus interesses pelas novas gerações de equipamentos e conteúdo de áudio e vídeo em diversas plataformas como TV, rádio, cinema e multimídia apresentadas este ano na NAB Show. Maior mostra mundial em tecnologia para radiodifusão, a NAB Show é promovida pela National Association of Broadcasters (entidade que representa a TV e o rádio abertos do EUA) e aconteceu de 14 a 19 de abril, no Las Vegas Convention Center, em Las Vegas (EUA).

Ao longo de suas oito décadas a NAB Show passou por constantes evoluções e nesta edição, mais uma vez, divulgou números superlativos entre eles: 1.500 empresas ocuparam 745.000m² com seus estandes, 90.000 meios de comunicação e profissionais de entretenimento vieram de 150 países, 1.300 membros da imprensa cobriram o evento e, para completar, foram negociados em compras no local mais de US$ 18,8 milhões. Para os aficionados pelo assunto a feira reflete o momento atual do mercado e funciona como um curso intensivo de atualização de tecnologia, avanços de pós-produção, demonstração de produtos, debates sobre diversos temas, em especial, na área de conteúdo e novos modelos de negócios.

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS
Com os avanços em equipamentos a experiência de assistir a um filme no seu cinema caseiro será muito semelhante a do cinema. No que se refere a qualidade de imagem e som será praticamente similar, desde que se tenha os equipamentos certos para isso. O lançamento da versão em 3D do sucesso de James Cameron, Titanic, é mais uma prova da evolução da tecnologia tridimensional.

Outro progresso relevante nesse sentido é a possibilidade de filmar em 2D e 3D, anunciada por Cameron e seu parceiro Vince Pace, especialista em efeitos especiais, na NAB 2012. Cameron e Pace fundaram a CPG (Cameron Pace Group), especializada em imagens tridimensionais. Segundo Cameron foi uma missão épica criar os efeitos 3D no filme original, para isso uma equipe de 400 técnicos retrabalharam cerca de 280 mil frames em 300 computadores. Ainda, algumas cenas tiveram que ser refilmadas em 3D.

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #146

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Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[O PERIGO MORA AO LADO]]>Por Ricado Bruini

Em Janela Indiscreta (1954), Alfred Hitchcock mostra todo o seu domínio do suspense e da técnica do cinema

Janela Indiscreta (Rear Window) é uma produção norte-americana de 1954 e foi um marco mundial no cinema de suspense. Até hoje é considerada uma das obras que melhor retratam a genialidade do diretor inglês Alfred Hitchcock.

Como em outros filmes do “Mestre do Suspense”, a tradução do título original para o Português trai o significado original – no caso, seria algo como "Janela dos fundos".

SINOPSE
Em Greenwich Village, Nova York (EUA), o fotógrafo profissional L.B. Jeffries (James Stewart) acha-se confinado em seu apartamento por ter quebrado a perna enquanto registrava uma corrida de automóveis. Como não tem opções de lazer, vasculha a vida dos seus vizinhos com a lente teleobjetiva de sua câmera e com um binóculo. Nesse ínterim, vê alguns acontecimentos que o fazem suspeitar de que um de seus vizinhos matou a esposa e escondeu o cadáver. Com a ajuda da noiva, Lisa (Grace Kelly), Jeff tenta desvendar o enigma.

PONTO DE VISTA
Baseado em um conto de Cornell Woolrich, originalmente publicado em 1942 (sob o título It had to be Murder), a trama foi adaptada por Michael Hayes, roteirista que já havia trabalhado em outros filmes de Hitchcock. O roteiro difere muito do livro, no qual havia apenas o protagonista, o assassino e a vítima. Os demais personagens foram acrescentados por Hayes, para dar maior profundidade ao filme e criar outros enredos simultâneos, que entretêm o espectador.

Assim, Hitchcock (que ajudou na concepção do script) também podia abordar um tema psicanalítico recorrente em seus filmes: a incompatibilidade entre os anseios e sonhos do homem e da mulher. Em Janela Indiscreta, somos colocados lado a lado com o personagem L. B. Jeffries e nos tornamos cúmplices de seu inocente passatempo (observar secretamente os vizinhos). O ponto de vista subjetivo é mantido durante a maior parte do tempo. As ações que se desenrolam em frente à janela dos fundos de seu apartamento são justapostas às suas reações. Apenas esta montagem já é suficiente para penetrarmos na trama e nos integrarmos à história.

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #146.

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Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[DE ONDE VIEMOS? PARA ONDE VAMOS?]]>Por Tulio Ferreira  

Elas promoveram uma pequena revolução na área audiovisual. Mas o que ainda podemos esperar das versáteis DSLR?

Desnecessário explicar a revolução que as câmeras DSLR vêm causando na indústria videográfica. A introdução da função vídeo Full HD em câmeras fotográficas SLR, em 2008, com a Canon 5D Mark II, transformou o sonho dos videomakers em realidade: obter um look cinematográfico através de equipamentos de baixo custo. A possibilidade de troca de lentes, assim como a alta resolução e o apurado controle de profundidade de campo, antes restritos ao "cinemão", ficaram acessíveis aos “mortais” e às produções menos afortunadas.

Em pouco tempo, esta nova tecnologia formou uma legião de fãs/usuários em diferentes segmentos: do cinema independente e publicitário aos institucionais e coberturas de eventos sociais. Por serem as DSLR, originalmente, câmeras fotográficas tradicionais (still), criou-se um mercado de acessórios exclusivos para adaptá-las e transformá-las em filmadoras legítimas. Apoios para ombro (shoulder mounts), monitores LCD, passadores de foco (follow focus) e mini-travellings (sliders) são algumas das opções disponíveis para “anabolizar” o equipamento.

Por vezes, mesmo as produções cinematográficas estrangeiras (tradicionalmente mais “abonadas”) fizeram – e continuam a fazer – uso das camerazinhas, misturando as imagens com elas obtidas a outras captadas com “artilharia” mais tradicional. Os motivos desta pronta absorção pelo mercado profissional são muitos e incluem o tamanho reduzido das DSLR, que aumenta a gama de opções dos diretores de fotografia (eles podem, por exemplo, escondê-las em lugares estratégicos do set).

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #146.

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Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[NOVOS ESPAÇOS]]>Mon Apr 30 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[ASAD]]>Mon Apr 30 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[COSMÓPOLIS]]>Fri Apr 27 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[CINEMA NA CIDADE]]>Fri Apr 27 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[OS INFRATORES]]>Thu Apr 26 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[CAIXA DE CURTAS]]>Thu Apr 26 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[DIV.A - DIVERSIDADE EM ANIMAÇÃO]]>Thu Apr 26 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[NOVAS CAPTURAS]]>Thu Apr 26 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[NAMARTHA]]>Com a intenção de unir o mundo da fotografia digital e analógica, Martha Reis lançou o Namartha, laboratório de revelação e tratamento de imagens. O público principal do laboratório são fotógrafos profissionais e amadores, porém, a especialista também busca alcançar a geração que desconhece os processos analógicos e cresceu na era da imagem digital. “O Namartha é um espaço de discussão de formas alternativas de produção cinematográfica. Sempre acreditei no híbrido entre digital e analógico, sem polarizações”, explica Martha.

Espaço, por sinal, é um outro diferencial do laboratório. Ao invés de contar com loja própria, o Namartha terá diferentes pontos de coleta de negativos na cidade, e a comunicação entre clientes e equipe acontecerá virtualmente (https://www.facebook.com/namarthalab). “Claro que pretendo encontrar as pessoas, até porque o trabalho de revelação e tratamento de imagem é uma ação conjunta, mas a ideia de trabalhar com pontos de coleta permite que a gente alcance pessoas de todo o Brasil”, revela.

O primeiro ponto de coleta será a loja Hotel Tees, em São Paulo. Para o lançamento do Namartha, Martha Reis preparou o nanometragem Come Play With Us, um remake de um clássico do suspense e lançamento do Fanzine #1 do Namartha.

Tanto o fanzine quanto o nanometragem são frutos das iniciativas audiovisuais que circundam o  laboratório. “O conceito do Namartha vai além da revelação e tratamento, somos de fato um grupo envolvido em projetos experimentais”, explica. Outro serviço oferecido pelo Namartha é o de catalogação e digitalização de acervos.

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Thu Apr 26 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[FAD]]>Mon Apr 23 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[FESTIVAL DE LITERATURA EM VÍDEO]]>Wed Apr 18 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[EDUCATIVO TELA BRASIL]]>O Educativo Tela Brasil, projeto de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesique que leva cinema às salas de aula, surge da integração do Cine Tela Brasil, Oficinas Tela Brasil e Portal Tela Brasil. O projeto fornece, gratuitamente, meios para que o professor use a linguagem e as obras audiovisuais como ferramentas multidisciplinares nas escolas. Entre os dias 05 e 24 de maio, o Educativo Tela Brasil estará em São Roque (SP) e permanece na cidade durante 20 dias.

A sala de cinema itinerante Cine Tela Brasil, com 225 lugares, se transforma em um centro cultural direcionado para cinema e educação, oferecendo sessões de filmes, workshops sobre o audiovisual na escola, cine-papos e oficina de vídeo. As atividades, gratuitas, para educadores, estudantes e a comunidade começam no sábado (05.05) e seguem até quinta-feira (24.05). A sala de cinema estará no Recanto da Cascata, Rua Antonio Maria Picena, s/nº, esquina com a Praça Iracy Silveira.

Workshops - O Audiovisual na Escola:
A primeira atividade direcionada aos professores será realizada no sábado (05.05), com o workshop “Como utilizar o cinema nas salas de aula”. Nos sábados seguintes (12.05 e 19.05) professores terão cursos de capacitação sobre “Como montar uma oficina de cinema na escola”, e “Como montar um cineclube na escola” respectivamente. Os participantes receberão um kit exclusivo com o material pedagógico do curso. Interessados em participar dos workshops podem fazer a inscrição no Portal Tela Brasil (www.telabr.com.br), até o dia 27 de abril.

Cine-Papo:
As sessões exibirão filmes escolhidos para gerar debates sobre temas relacionados ao cotidiano da escola e sobre os usos do cinema na educação. Sempre com a presença de um convidado especial. No sábado (05.05) a sessão será com o filme Os Incompreendidos, de François Truffaut e na sexta-feira (24.05), um filme surpresa, escolhido pelos alunos do workshop. A participação é aberta ao público, sem necessidade de inscrição.

Sessões de Cinema:
O Educativo também oferece sessões gratuitas de cinema para as escolas. Serão exibidos os filmes Rio, Eu e Meu Guarda-Chuva, As Melhores Coisas do Mundo, O Bem Amado, Bicho de Sete Cabeças e Chega de Saudade sempre de segunda à sexta em três sessões diárias. As escolas que quiserem levar os alunos podem se inscrever por telefone, no (11) 3624 0794 ou (11) 3763 4486.

Oficina de Vídeo:
O projeto ainda dá oportunidade para os jovens interessados em aprender técnicas de produção audiovisual. A Oficina Tela Brasil está com as inscrições abertas no Portal Tela Brasil para aqueles que desejam obter conhecimento sobre direção, roteiro, edição e produção de cinema. O resultado do curso é a produção de três curtas-metragens. As inscrições podem se feitas de 09 de abril até 27 de abril.

O Projeto Educativo é patrocinado pela CCR ViaOeste, e recebe apoio das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação e Cultura e ONGs locais.

A CCR ViaOeste é parceira dos projetos Tela Brasil. Com o patrocínio da CCR ViaOeste, o Cine Tela Brasil já exibiu filmes nacionais a mais de 100.000 pessoas. Em 2012, a CCR ViaOeste levou a sala de cinema Sorocaba e Vargem Grande, atingindo um público de 4.909 pessoas.

Sobre a CCR ViaOeste: A concessionária é responsável pela administração do Sistema Castello-Raposo e gerencia 168,62 quilômetros de rodovias, compreendendo as Rodovias Castello Branco (SP-280), de Osasco a Itu; Raposo Tavares (SP-270), de Cotia a Araçoiaba da Serra; Senador José Ermírio de Moraes (SP-075), de Sorocaba a Itu e Dr. Celso Charuri (SP-091/270), em Sorocaba. Foi a sexta concessionária a integrar o Grupo CCR.

Inscrições: Até 27.04 (sexta-feira), pelo Portal Tela Brasil (www.telabr.com.br)

Agendamento de escolas para sessões: Para agendamento das sessões, as escolas podem entrar em contato com Diandra pelo telefone (11) 3624-0794 ou pelo e-mail educativo@telabr.com.br

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Wed Apr 18 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[FILMADORAS CANON 4K]]>Tue Apr 17 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[FOTOGRAFIA E DESIGN GRÁFICO NA RÚSSIA]]>Tue Apr 17 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[MIXER DIGITAL]]>Wed Apr 11 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[PROJETO AVAV]]>Wed Apr 11 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[OLHAR ATENTO]]>Wed Apr 11 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[TV POR ASSINATURA NO BRASIL: UM RAIO-X _PARTE I]]>Tue Apr 10 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[ANATOMIA DE UM PESADELO]]>Tue Apr 10 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[FOLIA EM ALTA DEFINIÇÃO]]>Tue Apr 10 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[QUALIDADE ÉPICA]]>Texto e Fotos Danielle Feltrin 

Chega ao Brasil a RED Epic, câmera com tecnologia 5K que já está sendo utilizada em superproduções cinematográficas

No embalo do sucesso da RED One, a Epic chega para abocanhar uma boa fatia do mercado de cinematografia digital. Prova disso é que o diretor Peter Jackson (de O Senhor dos Anéis e King Kong, entre outros), está captando seu novo filme, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (adaptação de uma das primeiras obras de J.R.R. Tolkien), com nada menos que 48 dessas câmeras. A qualidade das imagens é tão alta que até famosas revistas, como a “Vogue”, têm utilizado frames obtidos com a Epic para ilustrar suas matérias e capas.

Com design diferenciado, a Epic se sobressai devido à tecnologia 5K. Seu corpo é ergonômico e extremamente compacto. O equipamento grava em até 120 quadros por segundo em resolução máxima e conta com o recurso HDRx (High Dynamic Range), que, quando ativado, alcança até seis stops extras de latitude (ainda que esta opção acabe por diminuir pela metade o número máximo de frames por segundo).

Seus principais diferenciais em relação à RED One são o tamanho e o peso reduzidos, o sistema modular, a resolução e a capacidade de gravar com maior quantidade de quadros por segundo, já que sua antecessora trabalhava com um máximo de 30 quadros por segundo em resolução 4K e 120 quadros por segundo em 2K.

SENSOR 5K
A tecnologia 5K significa que o sensor tem 5.120 linhas de resolução vertical. Já a horizontal, no caso, é composta por 2.700 linhas, quase três vezes mais que a Full HD, que possui 1.080 linhas horizontais. No total, a tecnologia 5K tem 13.8 Mega Pixels, algo equivalente a sete vezes mais que a Full HD. 

“Essa quantidade massiva de resolução garante um maior nível de detalhamento da imagem e, inclusive, que esta seja ampliada mais do que o normal, sem perda de qualidade (IMAX). Também permite diversas possibilidades, que vão do reenquadramento à estabilização da imagem”, explica Rodrigo Prata, diretor de fotografia e orientador dos cursos de HDSLR e RED Epic no espaço-escola Inspiratorium, em São Paulo (SP). 

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #145.

Assista à apresentação de Rodrigo Prata sobre as especificações da câmera:

 

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Tue Apr 10 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[PAIXÃO EM FOCO]]>Por Eduardo Torelli

Com incursões bem-sucedidas em diferentes gêneros, Cao Hamburger se define como um diretor “passional”

O filme Xingu é o terceiro longa-metragem de Cao Hamburger e, de certa forma, representa o ápice de sua carreira – em comparação a seus filmes anteriores, tem um escopo e uma produção mais impressionantes.

A afirmação só não é absoluta porque é difícil enquadrar a obra do cineasta em um tempo-espaço continuum: Castelo Rá-Tim-Bum, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias e Xingu se passam em universos tão diferentes (e têm ambientações e propostas tão distintas) que não há sentido em alinhá-los em ordem cronológica ou compará-los dramaticamente. O único ponto em comum é que cumprem rigorosamente os requisitos de seus respectivos gêneros e constituem – cada um em seu filão – marcos em nossa cinematografia.

Nesta entrevista a Zoom Magazine, Cao relembra os desafios enfrentados por sua equipe durante a produção de Xingu, projeto que começou a ser gestado em 2008 e que só agora chega à tela grande. O diretor, atualmente, prepara outros dois longas – um deles, uma continuação do “mergulho” na cultura indígena proporcionado pela cinebiografia dos irmãos Villas-Bôas (Isolados, sobre povos que, em pleno século XXI, jamais tiveram contato com o homem branco).

UM FILME COMO XINGU, REPLETO DE QUESTÕES RELEVANTES E QUE VERSA SOBRE PERSONAGENS HISTÓRICOS DE VULTO, SEMPRE PARTE DE UMA GRANDE PESQUISA, NÃO?
Absolutamente. Este projeto, por exemplo, começou a tomar forma em 2008. Foi nessa época que fui ao Xingu pela primeira vez. No curso da pesquisa, conversei com muita gente de lá e, também, aqui de São Paulo. Isto inclui familiares e colaboradores dos irmãos Villas-Bôas e os próprios índios do Xingu. Nesta etapa, realmente fui cativado pela proposta do filme: é uma experiência fortíssima tomar contato com aquelas culturas. Passávamos dias conversando com os indígenas – tanto os mais velhos, que conheceram os irmãos Villas-Bôas, quanto os mais novos, que ouviam suas histórias das bocas de seus pais e avós. O resultado de toda essa pesquisa daria para fazer uma novela. Ou outros cinco filmes. E, já que a maioria desses relatos é comunicada oralmente, às vezes topávamos com duas versões de um mesmo episódio. Sobreveio um trabalho hercúleo de selecionar essas histórias e seus significados e incluí-las ou não no roteiro. Para se ter uma ideia: a pesquisa impressa compreende três volumes com a espessura de listas telefônicas.

EM BENEFÍCIO DA CONCISÃO DO ROTEIRO, MUITAS HISTÓRIAS INTERESSANTES FICARAM DE FORA?
Isso sempre acontece. Mas acho que atingimos nossos objetivos primordiais, que são: resgatar as histórias desses protagonistas e, também, provocar uma reflexão sobre a sociedade – o modo como nos posicionamos no mundo, o que estamos fazendo e tudo o que perdemos destruindo as culturas desses povos. O próprio Cláudio Villas-Bôas, de cara, percebeu que os índios não eram “selvagens”. Eram apenas de “outra” civilização – que, inclusive, tem muito a nos ensinar. Por exemplo: herdamos deles o hábito de tomar banho todos os dias. Tudo isso me tornou uma pessoa interessada em aprender mais sobre eles. E sobre sua civilização.

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #145.

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Tue Apr 10 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[O DOMÍNIO DO TEMPO]]>Por Túlio Ferreira

Como obter belos efeitos de câmera lenta com sua DSLR

Antes de tudo, uma breve reflexão: um dia é composto por 24 horas. Uma hora tem 60 minutos. Um minuto, 60 segundos. Um segundo, 1000 milésimos… Correção: para nós, videomakers, o segundo é preenchido por frames, 24 no cinema ou 30 para TV.

Mas a forma de contagem não importa, seja pela posição do sol, fases da lua, meses, anos-luz… O tempo simplesmente passa, em velocidade constante e uniforme. Dependendo da faixa etária ou desenvolvimento, lidamos de formas distintas com o fluxo cronológico. Crianças geralmente querem brincar até cessarem as últimas fontes energéticas – e o tempo é intensamente utilizado. Adolescentes adorariam ter um controle-remoto para “pularem de fase”, acelerar as resoluções de conflitos e, por fim, dispor das aguardadas regalias do mundo adulto. Estes, por sua vez, seguem seus caminhos em função do tempo, imersos nos trabalhos, prazos e metas, em ritmo tão acelerado que, por vezes, esquecem de apenas “viver”. Já na terceira idade, avaliam o tempo passado, vivem a simplicidade do presente e lamentam o breve tempo futuro. De tudo isso, conclui-se que o tempo é um bem muito precioso!

Agora, pergunto: por que “aquele vídeo” no qual uma simples bexiga cheia d'água estoura vagarosamente prende tanto a nossa atenção? Ora: porque o tempo é precioso! E poder contemplar fatos comuns em velocidades muito menores que a do mundo real, observar suas nuances e comportamentos normalmente despercebidas, é mesmo algo extraordinário!

Um dia desses, durante uma conversa corriqueira sobre a produção de um vídeo para minha querida sobrinha, Sarah, disse a um conhecido que fizera vários takes em câmera lenta, os quais teriam ficado lindos. Ele retorquiu: "qualquer coisa que você fizer assim será maravilhosa. Coloque uma taça de vinho sobre a mesa, agite um pouco o líquido, grave em câmera lenta, coloque uma música clássica ao fundo e pronto, temos uma obra de arte!".

Exageros à parte, concordo com o espírito do pensamento simplista do meu interlocutor. O mundo desacelerado realmente parece mais bonito. É claro, com um pouco de técnica e olhar fotográfico treinado, o registro torna-se espetacular. A boa notícia? Todas as DSLR são capazes de gerar filmes com efeito de câmera lenta. Porém, nem todos os usuários sabem tirar proveito desse recurso. Pois aqui estamos para solucionar as dúvidas e procedimentos envolvidos neste processo. DSLR em punho? Ok, mãos a obra!

CÂMERA LENTA REAL
De volta ao âmbito do vídeo digital, estamos cientes de que o tempo é medido em frames (ou quadros) por segundo. Imagine a seguinte situação: uma câmera parada na lateral de uma estrada e um carro passando de um lado a outro do quadro, durante dois segundos. Supondo que o vídeo foi gerado na cadência televisiva, de 30 frames por segundo, temos um total de 60 frames gerados pela câmera, certo? Ao assistirmos o take gravado, vemos o carro passar em velocidade normal.

Para obter o efeito de câmera lenta, seria preciso configurar a câmera para registrar mais informações durante o mesmo intervalo de tempo. Quer dizer, se repetíssemos o experimento com o carro passando, mas com a câmera configurada para registrar 60 frames por segundo, por exemplo, teríamos muito mais quadros da movimentação do veículo – no total, 120. O passo seguinte é colocar este material com muitos frames por segundo na cadência desejada, em nosso exemplo, o padrão da TV brasileira, 30 fps.

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #145.

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Tue Apr 10 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[SONY NEX-FS100: ESTUDO E PRÁTICA_PARTE VI]]>Por Ricardo Bruini Fotos Ricardo Kruppa

Recursos do Picture Profile

Nas edições anteriores, analisamos alguns dos comandos básicos do mais novo lançamento da Sony, a camcorder HD NEX-FS100. Fizemos um resumo de nossas primeiras impressões sobre o equipamento e, depois, vimos os comandos manuais de foco, íris, shutter speed, white balance e modulação de áudio. Na sequência, começamos a analisar os recursos do Picture Profile do equipamento, tema ao qual damos continuidade nesta edição.

DETAIL
O último recurso oferecido pelo Picture Profile da Sony NEX-FS100 é o detail, que permite alterar o nível de detalhamento da imagem, tornando-a mais detalhada e "rasgada" ou menos detalhada e soft.

Em LEVEL, o usuário pode escolher o nível de detalhamento desejado para cada trabalho. Este recurso atua na imagem de maneira geral, sem priorizar nenhum tipo de área específica. Os valores vão de -7 (menos detalhado) a +7 (mais detalhado). Além do ajuste básico de detail, o usuário pode efetuar alterações mais precisas e que atuam em áreas específicas.

Em MANUAL SET, pode-se habilitar (ON) ou desabilitar (OFF) os ajustes a seguir. Quando escolhemos a opção “manual”, os recursos de otimização automática não surtirão efeito.

Em V/H BALANCE, o operador pode alterar o balanço entre os detalhamentos vertical (V) e horizontal (H). O valor -2 tende para vertical e +2, para horizontal. Com este recurso, é possível escolher o melhor balanço de sharpness para imagens que contenham elementos gráficos bem definidos, tais como: roupas axadrezadas, telas, grades, redes etc.

Em B/W BALANCE, o operador escolhe o melhor balanço entre o detail nas altas frequências (W) e o detail nas baixas frequências (B). Assim, pode-se ter mais sharpness em áreas mais “chapadas” (baixas frequências) ou em áreas mais graficamente complexas (altas frequências). TIPE 1 prioriza o detalhamento nas altas frequências e minimiza o detalhamento nas baixas. TIPE 2 faz o inverso, ou seja: prioriza o detalhamento nas baixas frequências e minimiza o detalhamento nas altas.

Em LIMIT, o usuário escolhe qual o limite que o detail poderá alcançar. Valores de 0 (menos detalhado) a 7 (mais detalhado e não recomendado). Em CRISPENING, o operador pode alterar o detalhamento somente nas áreas de bordas dos objetos representados na imagem. Os valores vão de 0 (pouco detalhamento nas bordas dos objetos) a 7 (detalhamento profundo nas bordas dos objetos).

Em HIGH-LIGHT DETAIL, o usuário escolhe o nível de sharpness nas áreas de altas luzes, próximas do "estourado". Os valores vão de 0 (menos detalhe) a 4 (mais detalhe).

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #145.

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Tue Apr 10 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[O MELHOR DE DOIS MUNDOS]]>Por Eduardo Torelli Fotos Beatriz Lafère / Divulgação

Realizado com mão segura por Cao Hamburger (de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias), Xingu é um grande filme sobre um grande tema

A embarcação desce o rio e os homens nela encarapitados apuram os ouvidos para melhor identificar as “vozes” da selva. Na vicejante floresta ao redor existe beleza, mistério e perigo: avizinha-se o primeiro contato dos “civilizados” desbravadores com uma cultura desconhecida – mas que, para todos os efeitos, só pode ser hermética e selvagem. Aos poucos, os protagonistas (os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas-Bôas, que abdicaram do conforto da cidade e viajaram ao Xingu em busca de aventuras) descobrirão o quanto é tênue a divisa entre esses mundos.

Na luta para estabelecer a maior reserva indígena do país, os três acabarão por questionar a superioridade de sua própria cultura em face dos valores mais construtivos e sadios dos “selvagens”. É uma jornada na qual embarcamos com prazer, visto que Xingu é o mais novo longa-metragem de um dos mais talentosos e ecléticos diretores brasileiros da atualidade: Cao Hamburger, de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, Castelo Rá-Tim-Bum e da minissérie Filhos do Carnaval.

Selecionada para a mostra Panorama do Festival de Berlim 2012, esta superprodução nacional cumpre dois objetivos que, em tese, são irreconciliáveis: resgata um capítulo importante de nossa história, ao passo que entretém e fascina com sua excelência técnica e belo verniz barroco – o que não inviabiliza momentos lúdicos e 100% “cinematográficos”. Tome-se, por exemplo, a sequência que mostra o primeiro contato dos indígenas com a tecnologia dos brancos, representada por um avião sobrevoando o Xingu: realizada com notáveis timing e precisão (além de um oportuno senso de poesia), a cena é um momento felicíssimo do filme.

RESGATE
Para o padrão das produções brasileiras, Xingu pode ser considerado um épico, embora o diretor se desvie estrategicamente do rótulo ao prescindir, por exemplo, de grandiosas cenas de combate entre índios e brancos (algo que poderia fazer com o pé nas costas, visto o modo como orquestrou outras situações potencialmente emocionantes da trama, como as sequências de voo). O roteiro realmente tem um viés antropológico, sendo o choque e a justaposição das diferentes civilizações o cerne do longa.

De 1944 a 1961, acompanhamos a trajetória de Orlando (Felipe Camargo), Cláudio (João Miguel) e Leonardo (Caio Blat) em meio a etnias que cultivam valores muito diferentes dos nossos, e às quais também acabamos nos afeiçoando. Mérito que não é apenas do diretor e dos técnicos, mas de todo o elenco (que mescla atores profissionais e “não-profissionais”; estes últimos, recrutados entre os próprios indígenas). Se há algo que distingue Xingu de outras cinebiografias brasileiras recentes é a abordagem realista dos personagens (via de regra, nossos filmes optam pela paródia ou pela “santificação” desses protagonistas). Os Villas-Bôas nos são apresentados com todas as suas virtudes e defeitos – algo positivo, considerando que o próprio longa foi proposto à produtora O2 por descendentes dos criadores do Parque Nacional do Xingu. 

“Originalmente, a história do Xingu não estava em meu radar”, diz Cao Hamburger à reportagem de Zoom Magazine. “A questão indígena sempre me interessou e eu sabia algo sobre os irmãos Villas-Bôas, mas nunca me ocorrera fazer um filme sobre o assunto. Noel Villas-Bôas, filho de Orlando, é que bateu à porta da O2 e conversou com Fernando Meirelles, propondo a ideia. Ele achava, com razão, que a história estava sendo esquecida e que era importante registrá-la. Simpatizei com o projeto, mas tinha alguns receios. Por exemplo, que fosse um longa-metragem ‘chapa branca’, que todo o meu trabalho estivesse subordinado à aprovação da família. Pedi um tempo para pensar e mergulhei em uma pesquisa sobre os Villas-Bôas. Não há muita documentação disponível, mas, quando entendi as personalidades de Orlando e de Cláudio, me dei conta de que era uma história com personagens interessantes.”

Parar ler a reportagem completa, adquira a edição #145 de Zoom Magazine.

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Thu Apr 05 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[CENTENÁRIO DE MAZZAROPI]]>Mon Apr 02 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[CINE PE]]>A BPE (Bertini Produções e Eventos), empresa realizadora do Cine PE Festival do Audiovisual, anuncia o resultado da seleção dos filmes que irão disputar o Troféu Calunga, premiação oficial do festival, na Mostra Competitiva de Curtas Metragens. Dos 402 curtas-metragens inscritos, 18 foram selecionados para a grade nobre do festival.

Entre os filmes, quatro são de Pernambuco; quatro de São Paulo; três do Paraná; e os demais, com um representante, cada, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Distrito Federal, de Mato Grosso, da Bahia, de Alagoas e da Paraíba. A grade da Mostra será formada por 13 títulos de ficção, três documentários e duas animações.

Uma das novidades deste ano é a de que os filmes inscritos em digital HD deverão ter uma resolução padrão de 1920 X 1080. O objetivo é manter o mesmo padrão de exibição, seja o filme em 35 mm ou digital HD. A exigência valerá, inclusive, para os filmes em vídeo, sem distinção. Vamos nivelar a competição por cima, explicou o diretor do Cine PE, Alfredo Bertini. Todas as informações estão detalhadas no regulamento, disponível para leitura e download no site do evento.

O Cine PE será realizado no período de 26 de abril a 2 de maio, no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções de Pernambuco (Cecon), em Olinda. A relação dos filmes que formarão a grade da Mostra Competitiva de Longas Metragens e hors concours e toda a programação do festival será divulgada no próximo dia 11 de abril, durante o lançamento do Cine PE 2012, na Cinemateca, em São Paulo.

Relação dos filmes selecionados para a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens:
(em ordem alfabética)

-A Fábrica (PR), ficção, 15’. Direção: Aly Muritiba
-As Folhas (PB), ficção, 14’. Direção: Deleon Souto
-Até a Vista (RS), ficção, 18’. Direção: Jorge Furtado
-Cesar! (SP), ficção, 15’. Direção: Gustavo Suzuki
-Depois da Queda (MT), ficção, 17’. Direção: Bruno Bini
-Dia Estrelado (PE), animação, 17’. Direção: Nara Normande
-Di Melo-O Imorrível (SP), documentário, 24’. Direção: Alan Oliveira e Rubens Pássaro
-Garotas da Moda (PE), documentário, 20’. Direção: Tuca Siqueira
-Isso não é o Fim (BA), ficção, 15’30”. Direção: João Gabriel
-Kaosnavial (PE), ficção, 20’. Direção: Afonso Oliveira e Marcelo Pedroso
-KM 58 (AL), ficção, 20’. Direção: Rafhael Barbosa
-L (SP), ficção, 21’. Direção: Thais Fujinaga
-Na sua Companhia (SP), ficção, 21’. Direção: Marcelo Batista Caetano
-O Descarte (PR), animação, 15’. Direção: Carlon Hardt e Lucas Fernandes
-Quadros (PR), ficção, 16’. Direção: Sara Bonfim
-Qual Queijo você quer? (SC), ficção, 11’15”. Direção: Cíntia Domit Bittar
-Sonhando Passarinhos (DF), ficção, 12’. Direção: Bruna Carolli
-Zuleno (PE), documentário, 20’. Direção: Felipe Peres Calheiros

Informações: http://www.cine-pe.com.br

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Mon Apr 02 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[MFL 2012]]>Mon Apr 02 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[SEMINÁRIO INTERNACIONAL]]>Fri Mar 30 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[PRÊMIO TÉCNICO]]>Fri Mar 30 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[FOTOGRAFIA NOTURNA]]>Mon Mar 26 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[LEI DO AUDIOVISUAL]]>Fri Mar 23 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[RAUL ETERNO]]>Fri Mar 23 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[RODRIGO BRAGA]]>Tue Mar 20 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[DEMOCRACINE]]>Tue Mar 20 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[SMASH!]]>Mon Mar 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[ADOBE E IPAD]]>Mon Mar 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[CINE CEARÁ]]>Mon Mar 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[FILMES CURTÍSSIMOS]]>Mon Mar 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[SESC MELHORES FILMES 2012]]>Mon Mar 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[MOSTRA CINEMA INFANTIL]]>Mon Mar 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[É TUDO VERDADE]]>Mon Mar 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[FILME ANDERSON SILVA:]]>Wed Mar 14 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA]]>Tue Mar 13 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[PROFISSIONAL EM EXTINÇÃO?]]>Fri Mar 09 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[100% NACIONAL]]>Por Ricardo Bruini Fotos

Brasileiríssima, Fulytech Film Tools conta com um leque de produtos que, além de eficazes e confiáveis, livram os videomakers locais dos percalços da importação

Quem já precisou comprar acessórios para câmeras DSLR sabe que quase tudo tem que ser importado. Até simples dispositivos de movimentação de câmera só entram no Brasil mediante importação, o que, além de encarecer demasiadamente o produto, limita o acesso do cliente a benefícios básicos, incluindo assistência técnica ou compra de novos dispositivos complementares.

No entanto, já é possível encontrarmos acessórios de movimentação de câmera fabricados aqui mesmo, no Brasil. E o que é melhor: com qualidade e preços competitivos. Testei o Black Slider HD, da brasileira Fulytech Film Tools, e aprovei seus resultados. Com fabricação 100% nacional, o slider soluciona dois dos maiores problemas de quem recorre à compra de acessórios para movimentação de câmera no exterior: o preço e a assistência técnica. Aproveitei para bater um papo com André Fuly, sócio-fundador da Fulytech Film Tools.

PRIMEIRA IMPRESSÃO
A primeira impressão do Black Slider HD é bastante positiva: o produto tem aparência profissional, bom acabamento, baixo peso e facilidade de manuseio. O que primeiro chama a atenção é o fato de, diferentemente de outros modelos de slider (nos quais o próprio trilho é o que sustenta o peso do conjunto), os dois trilhos cilíndricos de alumínio naval serem suportados e tencionados por um perfil lateral de alumínio. Assim, o peso do equipamento e da câmera não é apoiado pelos trilhos, mas pelo perfil de alumínio, o que confere ao conjunto rigidez e leveza. O trilho não cede quando posicionamos a câmera na extremidade, mesmo quando o slider é sustentado por um tripé preso à furação central. Logo, a imagem captada pela câmera se mantém no nível, independentemente da posição em que o carrinho estiver sobre os trilhos.

Outro ponto positivo é que não há qualquer necessidade de lubrificação, pois o mancal que desliza o carrinho sobre os trilhos é revestido por fibras que garantem uma perfeita fluidez. Nada daquelas indesejáveis manchas de lubrificante na câmera ou na objetiva após a utilização do equipamento. Basta manter o trilho sempre limpo e livre de poeira, umidade ou areia para que o sistema funcione perfeitamente por muito tempo.

O comprimento total (um metro) é suficiente para acomodar 90cm de trilho e deslocamento real de carrinho de 80cm, permitindo que o slider seja posicionado nos mais variados locais, desde mesas de um escritório ao interior de um automóvel; ou ainda, por baixo de sofás e camas. Esta facilidade de posicionamento garante enorme diversidade de ângulos de câmera, impossíveis em equipamentos convencionais de movimentação.

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #144.

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Fri Mar 09 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[ANIMAÇÃO DE REFERÊNCIA]]>Fri Mar 09 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[BOM DE BRIGA]]>Por Filipe Candido Fotos Divulgação

MCS-8M: compacto e de alta performance, um switcher multi-formato que oferece ótima relação custo x benefício

Com design simples e funcional, o MCS-8M chegou para atender às diversas necessidades do videoprodutor. Desenvolvido pela Sony, o swticher possui menu de fácil acesso e se destina às produções ao vivo. Ainda se sai muito bem em unidades móveis, nas quais o fator “tamanho” é item importante (devido à limitação de espaço). O MCS-8M serve, também, à construção de cases enxutos, que exigem flexibilidade de conexões e ajustes de áudio diretamente no equipamento e, até mesmo, a usuários que preferem fazer o primeiro corte no switcher e deixam para finalizar o projeto posteriormente. Devido à sua versatilidade, é ideal para emissoras de pequeno porte, pequenas produções, transmissões ao vivo em cultos e shows e para gravação de clipes musicais.

O MCS-8M, sendo uma solução multi-formato HD e SD, permite a combinação de diversos sinais de entrada, como: DVI, HDMI, SDI e videocomposto, respeitando a resolução entre elas (caso deseje operar todas as entradas simultaneamente). Outro diferencial do switcher é a possibilidade de misturar a taxa de quadros entre as entradas, o que é muito importante, uma vez que atende à demanda de produções que preferem trabalhar com taxas de quadros diferenciadas (24 e 30 fps), além do tradicional 60 fps. Para completar, o switcher se ajusta aos mais diversos equipamentos do mercado: DVD, computador DVI, camcorders com entrada SD-SDI e HD-SDI e, também, HDMI (presente nas câmeras mais comercializadas no mercado atualmente). Sem contar que é possível utilizá-lo com as antigas câmeras Beta (presentes em muitas retransmissoras do interior do país).

INTERFACE AMIGÁVEL
Trabalhar com o MCS-8M é muito simples, pois o switcher possui uma interface de fácil acesso e diversas conexões. As operações de áudio e vídeo são bastante intuitivas e de fácil entendimento, já que todos os comandos estão posicionados ergonomicamente à frente do usuário, sendo bastante acessíveis e visíveis. Dentre os diferenciais do switcher é interessante destacar seus oito botões, que facilitam o corte e proporcionam uma ergonomia no trabalho muito significativa (alguns dos seus concorrentes também possuem oito entradas, mas, para acessar algumas delas, é preciso apertar um segundo botão, dificultando a operação).

FEATURESE FUNÇÕES
O MCS-8M é um switcher multi-formato HD e SD, que possibilita realizar diversos efeitos de vídeo, corte de áudio/follow vídeo (corte de vídeo com fusão do áudio), além de controle de áudio, tudo isso devido ao mixer incluso. Com diversas entradas (videocomposto, DVI, SD e HD-SDI e HDMI), o diferencial desse switcher não reside apenas nas conexões de vídeo, mas, também, nas entradas e saídas de áudio com conectores variados P10, XLR3 e RCA. Nas produções ao vivo, a mesa de áudio facilita a distribuição e mixagem do mesmo. Já as diversas conexões de vídeo garantem a utilização de diversos equipamentos. Isto reduz muito a preocupação em produções de eventos, na quais são necessárias inserções de comerciais ou chamadas de última hora, já que esse procedimento com o MCS-8M é muito fácil: um simples DVD ou um computador com saída de vídeo possibilita a entrada do material para distribuir no evento.

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #144.
 

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Fri Mar 09 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA["APOCALIPZE" AGORA!]]>Por Danielle Feltrin   Fotos Divulgação

Realizador Guto Aeraphe aposta na Internet como plataforma de exibição. ApocalipZe é o segundo trabalho do cineasta produzido especialmente para esta mídia

Se você ainda não está familiarizado com os termos “websérie” e “seriado online”, prepare-se: a Internet está a caminho de se consolidar como uma das mais importantes plataformas de veiculação audiovisual. Que o diga o cineasta mineiro Guto Aeraphe, que tem, no currículo, a websérie Heróis (veja edição 136 de Zoom Magazine), produção que mostra a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Aeraphe aposta novamente na Internet ao lançar ApocalipZe, obra pertencente a um gênero totalmente diferente.

Dessa vez, o diretor utiliza a ficção científica e os efeitos visuais para construir uma trama audaciosa, carregada de suspense e ação. Dividida em cinco episódios (com oito minutos cada), a websérie estreará em abril. Sua história ainda será adaptada para um jogo na plataforma PC e para uma HQ. 

No caso de Aeraphe, realizar filmes para a Internet foi uma forma criativa de driblar as conhecidas dificuldades de distribuição no Brasil. Saiba mais nesse bate-papo com o diretor, que enumera os desafios e vantagens da nova mídia.

POR QUE PRODUZIR DIRETAMENTE PARA A INTERNET?
A ideia nasceu de uma necessidade e de uma oportunidade. A necessidade era dar vazão às muitas produções realizadas no país, para que não ficassem restritas ao ciclo dos festivais e não dependessem exclusivamente das grandes distribuidoras. A oportunidade surgiu quando analisamos os números da Internet brasileira, que cresce a cada ano. E não estou considerando apenas a ampliação do contingente de usuários de banda larga, mas a mudança de hábito em termos de consumo. O comércio eletrônico cresce a cada dia. O público quer ver e consumir vídeos de qualidade

PARA REALIZAR UM PROJETO NESTE FORMATO, É NECESSÁRIA UMA EQUIPE DE QUANTAS PESSOAS?
O projeto de ApocalipZe demandou uma equipe de aproximadamente 35 pessoas, entre profissionais das áreas técnica e artística.

QUAL É A PRINCIPAL DIFERENÇA ENTRE REALIZAR UM FILME PARA O CINEMA/TV E PARA A INTERNET? E O PÚBLICO-ALVO? É DIFERENTE?
Para a realização de uma websérie, utilizamos o mesmo fluxo de trabalho, profissionais e equipamentos de qualquer grande produção voltada para a TV ou cinema. Isso acontece porque, quando falamos em Internet, não podemos pensar apenas na tela do desktop ou do notebook. Praticamente todos os dispositivos que transmitem imagens estão conectados à Web, desde as pequenas telas dos smartphones (que já exibem em HD) até as TVs gigantescas de LED. A diferença está exatamente no público-alvo. O internauta, ou melhor, o webespectador, apesar de ser o mesmo que consome as séries de TV e os filmes no cinema, é exigente, gosta de novidades e quer um produto que permita uma experiência de entretenimento além da simples exibição do vídeo. Ele quer, de certa forma, interagir com o conteúdo e com os outros webespectadores. E nós, realizadores desse novo tipo de cinema, conectado e onipresente, precisamos estar atentos a isso.

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #144.

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Fri Mar 09 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[DIREÇÃO DE ARTE_PARTE III]]>Por Tiaraju Aronovich

Independentemente do orçamento, um projeto de arte bem feito é essencial para o êxito de uma produção

Já percebemos que a formatação de um projeto de arte não é padronizada. Porém, é essencial que o conteúdo seja claro, organizado, e, principalmente, de acordo com a soma da pesquisa realizada pela equipe de arte com a proposta artística (ou linguagem) elaborada pelo diretor cinematográfico. Para finalidades práticas, esse projeto deveria estar subdividido nas três categorias já mencionadas (Cenários e Locações, Personagens e Figurinos, Objetos e Adereços). Seguindo essas sugestões, dentro de cada subdivisão, o diretor de arte poderia especificar, organizar e ilustrar todos elementos importantes para a execução de seu projeto.

Exemplificando: supondo que seu roteiro envolva uma locação denominada “Escritório de Larissa”. O tal escritório precisa ser devidamente detalhado e explicado no projeto. O diretor de arte deve utilizar o nome da locação (exatamente da forma como aparece o roteiro, para evitar confusões com a equipe de produção) como cabeçalho. Em seguida, poder-se-ia incluir um ou dois parágrafos conceituais, explicando os elementos artísticos de linguagem apontados como essenciais pelo diretor do filme. Na sequência, poderiam ser incluídos mais um ou dois parágrafos explicando e resumindo os dados obtidos pelo diretor de arte através de sua pesquisa (e, evidentemente, esses parágrafos poderão ser ilustrados, sempre que necessário). Finalmente, realizando a síntese entre os parágrafos anteriores, o diretor de arte pode apresentar aquilo que deve ser a proposta final para o “Escritório de Larissa”.

Essa proposta deve conter não somente uma explicação verbal, mas o máximo possível de referências visuais e imagéticas (desenhos ou fotos). Se possível, uma maquete seria ideal (embora exija um orçamento de arte um pouco mais polpudo); ou, na impossibilidade disso, uma projeção digital em 3D. Finalizando, é imprescindível que haja uma lista técnica detalhada de tudo o que compõe a locação: dimensões, cores, objetos, móveis etc.

LOGÍSTICA
Já é hora de começar a abordar outro aspecto do projeto de arte: a quebra logística. Até este ponto, só inserimos dados referentes à pesquisa e à criação artística. Mas nem só de pesquisa e criação se faz um filme, certo? Um projeto de arte completo e seguro deve, também, conter informações logísticas essenciais, que auxiliem toda a equipe de produção. Explicando: em conjunto com parte designada da equipe de arte/produção (reiterando que, pouco mais adiante, abordaremos a composição básica da equipe de arte), o diretor de arte deve acrescentar a cada item do projeto todas as informações práticas relacionadas às necessidades e ao calendário de gravação do filme. Após detalhar toda a composição da locação “Escritório de Larissa”, deve-se acrescentar:

  1. Um cronograma com as datas de gravações nessa mesma locação;
  2. O número exato de cenas a serem gravadas ali. É, ainda, apropriado apontar um ou mais números de telefones dos “responsáveis” por aquela locação (mesmo com a crescente utilização de e-mails e mecanismos virtuais de comunicação, jamais abra mão de uma forma simples e direta de comunicação; essa dica é valiosa!).
  3. Endereço e mapa (sim, mapa! Para o caso da equipe se deslocar separadamente até o local)..
  4. Lista de eventuais pendências (por exemplo: suponha que um determinado sofá ainda não tenha sido localizado ou obtido pela equipe de arte; insira esse dado em seu projeto, junto ao nome do responsável por essa tarefa, até que o sofá esteja devidamente disponível).

Assim, começamos a perceber que um projeto de arte bem realizado contém muito mais do que apenas informações artísticas. Também engloba todos os dados necessários para que a equipe “utilize”, de fato, tudo aquilo que está no papel. Mais uma vez, vale frisar que listar todas essas informações não é função/responsabilidade exclusiva do diretor de arte, mas dos membros da equipe que trabalham sob sua supervisão. No entanto, em uma equipe enxuta e com orçamento reduzido, o diretor de arte pode precisar “atacar” de “produtor de arte” também, certo?

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Fri Mar 09 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[JANELA DA ALMA]]>Por Eduardo Torelli Fotos Divulgação

Com elenco de primeira, curta Os Olhos da Janela aborda de forma sensível um tema controverso

Era uma vez uma garota chamada Mabel, que cresceu em um “casulo” à prova de realidade. O isolamento, imposto pela mãe, visava resguardá-la das vicissitudes de uma época conturbada – os anos 1990, um tempo de crise galopante. Porém, a estratégia teve um efeito colateral devastador: da alienação total, a protagonista passou à mais crua realidade ao perder a mãe para a fome e se ver sozinha em um mundo cheio de armadilhas. Na prostituição, Mabel encontra um meio de sobrevivência – e, eventualmente, sua história interessa a um excêntrico roteirista de cinema, que fica fascinado por sua história de vida.

Este é o ponto de partida do drama Os Olhos da Janela, caprichado curta-metragem escrito e dirigido por Bruno Saglia e estrelado por Germano Pereira (de Bruna Surfistinha, O Menino da Porteira e da novela Passione), Jane Kelly Saglia (do média-metragem Do Lado de Dentro da Noite), Saulo Vasconcelos (egresso de montagens nacionais e internacionais dos espetáculos O Fantasma da Ópera, A Bela e a Fera, CATS e Les Misérables) e Iara Jamra (atriz veterana da TV, conhecida por suas atuações em Castelo Rá-Tim-Bum e Selva de Pedra, entre outros marcos da telinha). A fotografia é do norte-americano Bobby Cohen, cuja experiência profissional, muito diversificada, inclui participações em séries dramáticas produzidas nos EUA, longas do diretor Woody Allen e até documentários do Discovery Channel.

MONÓLOGO
O tema “prostituição” é dos mais explorados na literatura e no próprio cinema. Entretanto, segundo o diretor do curta, não foi a abordagem óbvia da questão que o fez se debruçar sobre temática tão controversa. “A prostituição, em si, não é um aspecto que me atrai”, diz Bruno Saglia à reportagem de Zoom Magazine. “Mas as personagens deste universo são outra história, uma vez que nos permitem infinitas abordagens.” Segundo Bruno, os conflitos vivenciados pela personagem Mabel (um deles, descobrir que engravidou do homem amado, que jamais a assumirá por conta do abismo social que existe entre eles) poderiam se aplicar a qualquer mulher. Entretanto, o fato de ser uma jovem prostituta torna a situação ainda mais dramática e intrigante.

O argumento ocorreu a Bruno em 1999, primeiramente, como matéria-prima para um monólogo teatral. “Eu queria apenas passar minha impressão pessoal do que seria a noite de Natal de uma garota de programa”, prossegue o realizador. “Naquele momento em que todos estariam com suas famílias, nossa protagonista estaria sozinha, relembrando sua infância e sua relação com a mãe. Cheguei a ensaiar com uma atriz paulista, mas a montagem do espetáculo não aconteceu. Em 2010, finalmente, tive a oportunidade de produzir um filme em São Paulo. E achei que seria o momento ideal para adaptar o texto para um roteiro cinematográfico.”

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #144.

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Fri Mar 09 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[DSLR “TURBINADA”: VAI ENCARAR?]]>Por Tulio Ferreira Fotos

A atualização de firmware é um recurso legítimo e bem interessante. Mas é bom lembrar: esse tipo de procedimento sempre traz um risco intrínseco

Se você é do tipo aventureiro e curte testar novidades, provavelmente ficará entusiasmado com este artigo. Tenho certeza que até os mais conservadores ficarão tentados a seguir alguns desses procedimentos. Mas, atenção: as etapas a seguir envolvem riscos ao equipamento. Portanto, ao procedê-las, o leitor torna-se inteiramente responsável pela integridade dos mesmos.

Ameaças e terrorismos à parte, vamos explicar do que se trata. Voltemos ao “mantra elucidativo” sobre câmeras DSLR, o básico que todo usuário/desbravador precisa ter em mente: as pequenas notáveis são câmeras fotográficas com recursos de gravação em vídeo, diferentemente de máquinas filmadoras genuínas. Assim, carecem de adaptações para desempenhar bem as funcionalidades cinematográficas.

Cientes disso, ao longo de uma série de artigos publicados neste espaço de Zoom Magazine, destacamos várias necessidades das DSLR no intuito de torná-las excelentes câmeras filmadoras. Falamos muito sobre acessórios físicos, tais como: suportes, lentes, adaptadores para viewfinder, monitores, controles de foco, cabos etc. Mas em nenhum momento abordamos soluções para as limitações e ausência de recursos internos do equipamento, como zebra, assistente de foco ou controles apurados de gravação (características presentes em virtualmente toda filmadora profissional).

Mas, afinal: como alterar as “entranhas” da minha câmera DSLR? Será possível baixar um programa pela Internet e fazer um upgrade na máquina? A resposta é “sim” (e você nem precisa ser um hacker para obter sucesso nessa empreitada). O que provavelmente o leitor já sabe – embora nunca tenha tentado isso na prática – é que é possível atualizar o software interno da câmera, o firmware (conjunto de instruções que habilita e endereça funções aos botões no corpo do equipamento, dá vida às funções do menu, configurações etc.; basicamente, é o “sistema operacional” da câmera).

Por exemplo: quando há algum "bug" (defeito) no funcionamento do dispositivo, o fabricante disponibiliza uma atualização de firmware na Internet, tal como acontece no mundo dos sistemas operacionais. O diferencial (aterrorizante!) é que, se houver qualquer problema durante a transmissão de dados do novo firmware, algo como a câmera desligar por falta de bateria, seu lindo brinquedo vai para o “beleléu”. Isso mesmo! Não pode haver falha nesse procedimento. Sua câmera pode ficar inutilizada para todo o sempre. Então, cuidado!

Mas, aí, surge a pergunta: tenho uma DSLR e nunca senti necessidade de fazer esse “transplante” amedrontador. Então, por que fazê-lo? Ora: se você usa a função Vídeo HD de câmeras DSLR há muito tempo, deve saber que, na Canon 5D, por exemplo, não há função 24p, apenas 30p. A gravação em cadência cinematográfica veio mais de um ano após seu lançamento, a partir de atualização de firmware.

É de bom tom acompanhar as novas versões lançadas e disponibilizadas pelos fabricantes. Talvez as atualizações não chamem sua atenção e sejam indiferentes ao seu fluxo de trabalho, mas pode ser que aquele probleminha recorrente, enfrentado no dia-a-dia, possa ser resolvido. Características como controle manual do áudio, correção de aberração cromática, defeito no controle de íris etc. já foram corrigidas por atualizações de software original. Porém, algumas funcionalidades nunca foram implementadas...

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #144.

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Fri Mar 09 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA["ANDERSON SILVA: COMO ÁGUA"]]>Thu Mar 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[ARTE ITALIANA]]>Thu Mar 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[INTEL DEVELOPER ]]>Thu Mar 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA["RECORTES ATEMPORAIS"]]>Thu Mar 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[EXPOSIÇÃO "SYMBIOSIS"]]>Thu Mar 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[FOTOGRAFIA CIDADES DO CHILE]]>A Portfolio Escola de Fotografia realiza, no mês de maio, mais uma edição do workshop Liberdade Fotográfica – Fotografia de Cidades. Ele será realizado entre os dias 19 a 27 em Santiago e Valparaíso, no Chile (o prazo para garantir uma vaga termina no dia 16 de março).

Sob a orientação e supervisão de Nilo Biazzetto Neto, a viagem proporcionará a produção de imagens diurnas e noturnas nos mais variados temas: retratos de rua, paisagens urbanas, gastronomia, cultura local, história, etc.  

O curso nasceu com a proposta de oferecer uma nova forma de entendimento e registro de viagens, tenham elas objetivos profissionais ou apenas o lazer.

Informações: 
www.escolaportfolio.com.br
41-3252-2540.
 
Portfolio Escola de Fotografia
Rua Alberto Folloni, 634, Centro Cívico, Curitiba - PR

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Thu Mar 08 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[EDITORA CRAZY TURKEY]]>Tue Feb 28 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[OSCAR 2012]]>Mon Feb 27 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[NA PRÁTICA]]>Thu Feb 23 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[OSRAM LOK-IT!]]>Thu Feb 23 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[ADOBE CRIATIVE SUITE 5.5]]>A Adobe estende o prazo da promoção de upgrades para profissionais que adquiriram as versões da Creative Suite 2, 3 e 4, e desejam migrar para a Creative Suite 5.5. Esses clientes terão direito a 20% de desconto na compra da suite criativa. Os clientes elegíveis de produtos individuais e pacotes da Adobe também se qualificam para o programa.

O programa passa a valer até o dia 15 de março e a atualização só poderá ser efetuada por meio das revendas autorizadas da Adobe. As suites participantes são: Master Collection, Design Premium, Design Standard, Web Premium e Production Premium. Os produtos individuais que fazem parte desta promoção são os seguintes: After Effects, Audition, Dreamweaver, Fireworks, Flash Pro, Illustrator, InDesign, Photoshop, Photoshop Extended e Premiere Pro.

Para ter acesso a essa promoção, os interessados deverão procurar uma das revendas gerenciadas pela Adobe Brasil por meio do link:

www.adobebr.com.br/clientes/migracaocs5.5.

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Thu Feb 23 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[1ª Mostra Ecofalante ]]>Wed Feb 22 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[PERSONALIZAÇÃO]]>Thu Feb 16 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[NEVILLE PAGE]]>Wed Feb 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[CAMPUS PARTY]]>Mon Feb 13 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[ARTE NA BAHIA]]>Mon Feb 13 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[MOSTRA MARÍLIA]]>Mon Feb 13 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[PRÊMIO CNBB]]>As inscrições para os prêmios de jornalismo e cinema da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, devem ser realizadas dentro de 40 dias. Os candidatos ao Margarida de Prata, cinema; Microfone de Prata, rádio; Clara de Assis, televisão e Dom Helder Câmara, impresso; devem apresentar seus trabalhos originais e cópias e ficha de inscrição até o dia 12 de março.

São válidos materiais de cinema e jornalísticos produzidos e veiculados entre 2011 e 2012. Estão aptos a concorrer aos prêmios da CNBB jornalistas, produtores, cineastas e estudantes de jornalismo e comunicação. Para se inscrever os interessados devem preencher a Ficha de Inscrição disponível no site www.cnbb.org.br, em que os profissionais também podem obter detalhes da premiação e ler a íntegra do regulamento, bem como o histórico das edições anteriores. Os materiais devem ser enviados para a Comissão para a Comunicação da CNBB, SE/Sul, quadra 801, conjunto B, CEP 70200-014, Brasília/DF. As inscrições são gratuitas e a cerimônia de entrega dos prêmios acontece em 20 de abril, no auditório da TV Aparecida, em Aparecida, interior de São Paulo.

O evento será transmitido pelas TVs católicas em rede. O presidente da comissão para a comunicação, representantes da CNBB, professores, pesquisadores, profissionais da área e convidados, formam a equipe de júri que avaliará os trabalhos inscritos neste ano.

As premiações da CNBB prestigiam trabalhos que ressaltam o papel do ser humano como protagonista das obras e dignificam o seu valor na construção de um mundo melhor, mais solidário e fraterno. Já bastante reconhecidos pelos meios artístico e jornalístico, os prêmios têm como objetivo estabelecer um diálogo entre a informação e cultura com o olhar atento dos profissionais de comunicação que se empenham em retratar o que acontece na sociedade, seja através de denúncias ou omissões da realidade brasileira ou por meio de exemplos da capacidade de construir o bem comum.

Margarida de Prata - Cinema
É a mais antiga premiação da CNBB e se firmou entre a classe cinematográfica brasileira como um dos mais importantes do país. Desde 1967 já foi entregue para mais de 100 longas e curta-metragens brasileiros.

Dom Helder Câmara – Jornalismo impresso
O prêmio Dom Hélder Câmara de Imprensa foi instituído para destacar as reportagens e matérias jornalísticas impressas que ressaltam os valores humanos ou denunciam as suas violações. Criado em 2002 pela Assessoria de Imprensa da CNBB, o Dom Helder Câmara de Imprensa é uma homenagem aos 50 anos de fundação da Conferência.  

Clara de Assis – Jornalismo televisivo
Também dirigido à imprensa, o prêmio Clara de Assis destaca as obras jornalísticas, ficcionais e de entretenimento na televisão que evidenciam os valores humanos e cristãos em seus conteúdos. Criada em 2005, a homenagem avalia a qualidade dos trabalhos para TV que constroem uma comunicação emancipadora e que busca a transformação da sociedade.

Microfone de Prata - Rádio
Já o prêmio Microfone de Prata foi instituído em 1989 pela Unda Brasil, União de Radiodifusão Católica, hoje Signis Brasil, e é dirigido aos programas das emissoras da rede que trabalham em favor da evangelização e da consciência cidadã. O microfone é o símbolo do troféu, por ser o instrumento fundamental para amplificar a voz de quem divulga, informa, noticia e alegra todos os brasileiros.  

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Fri Feb 10 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[PRÊMIO INTERNACIONAL]]>Fri Feb 10 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[APOSTA EM ANIMAÇÃO]]>Fri Feb 10 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[MERLIN ROAD SHOW]]>Fri Feb 10 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[VENCEDORES MOSTRA TIRADENTES]]>Fri Feb 10 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[WORKSHOP FOTOGRAGIA]]>Thu Feb 09 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[UNIVERSO INDIANO]]>Thu Feb 09 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA["QUERO SER MARILYN MONROE!"]]>Tue Feb 07 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[MIPTV 2012]]>Tue Feb 07 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[NIKON D800]]>Tue Feb 07 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[FESTIVAL DE CURTAS]]>Mon Feb 06 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[TARETTO NO BRASIL]]>Mon Feb 06 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[NÃO QUEIME SEU FILME!]]>Mon Feb 06 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[O HOMEM E A ILHA]]>Mon Feb 06 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[NUANCES NA DSLR]]>Mon Feb 06 00:00:00 GMT-03:00 2012