PRODUÇÕES NACIONAIS GANHAM PLATAFORMA DE VÍDEO “ON DEMAND” 100% DEDICADA

As Fábulas Negras. (Foto: Divulgação)

Fruto de um consórcio entre Spcine, O2 Play e Hacklab, Spcine Play já está funcionando. Catálogo terá produções de vários gêneros e formatos

 

A Spcine Play foi criada para celebrar a produção nacional. Uma realização conjunta da Spcine (empresa da Prefeitura de São Paulo para o desenvolvimento do audiovisual), O2 Play (braço de distribuição da O2 Filmes) e do laboratório de soluções digitais Hacklab, a nova plataforma de vídeos sob demanda promete se tornar a nova “casa” do cinema brasileiro.

O conteúdo fica acessível em qualquer canto do país por meio do site www.spcineplay.com.br. A princípio, dez títulos compõem o catálogo: Mãe só há Uma, de Anna Muylaert; O Menino e o Mundo, de Alê Abreu; Uma Noite em Sampa, de Ugo Giorgetti; A Batalha do Passinho, de Emílio Domingos; Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista, de Riba de Castro; Ausência, de Chico Teixeira; Califórnia, de Marina Person; De Menor, de Caru Alves de Souza; Paratodos, de Marcelo Mesquita; e As Fábulas Negras, de Rodrigo Aragão, José Mojica Marins (o Zé do Caixão), Petter Baiestorf e Joel Caetano.

“Com essa iniciativa, a Spcine Play aposta em um catálogo diversificado, com filmes de diferentes gêneros e formatos, para estimular o público a consumir produções brasileiras, dando acesso a títulos muitas vezes restritos ao circuito de salas de grandes cidades”, diz André Sturm, secretário municipal de Cultura. Os usuários poderão acessar o conteúdo alugando o título por sete dias a um preço fixo de R$ 3,90. Nesta primeira etapa, também haverá a distribuição de códigos promocionais para acessar gratuitamente os filmes. Para Thiago Taboada, gerente operacional da Spcine e responsável pelo projeto na empresa, um dos objetivos é estimular a economia do audiovisual. “A plataforma estabelece um preço popular de locação, acessível a todos os bolsos, para, na outra ponta, remunerar os proprietários dos direitos das obras, fechando o ciclo comercial do negócio”, explica.

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