DIRETO DA REVISTA: A CÂMERA NO CINEMA NOVO

O movimento que revolucionou a cinematografia do país ainda é uma fonte de inspiração e aprendizado

Por Luiz Carlos Lucena

Rever os filmes do Cinema Novo, aparentemente, é uma volta no tempo. Ou um passo para o futuro, dependendo do olhar de quem assiste. Minha imersão nos filmes do Cinema Novo veio incentivada pelo documentário de Erick Rocha de mesmo nome, onde o filho de Glauber conseguiu reproduzir e comentar grandes cenas deste primeiro ciclo de cinema autoral do Brasil. Esqueci Glauber nesta revisão do Cinema Novo (por coincidência, nome de um de seus livros). Assisti a Os Fuzis, de Ruy Guerra, o filme que, juntamente com Vidas Secas, de Nélson Pereira dos Santos, e Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Gláuber Rocha, compõe a chamada “Trilogia de Ouro” do Cinema Novo.

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