O 21º Festival de Cinema Judaico de São Paulo, apresentará até o dia 09/07 24 produções cinematográficas relacionadas a cultura judaica

Até o dia 09 de agosto, o Clube Hebraica estará realizando o 21º Festival de Cinema Judaico de São Paulo. Ele trará a capital paulista 24 produções premiadas e apresentadas em diversos festivais internacionais, que variam entre longas-metragens de ficção e documentário. Saindo do tradicional, esse ano o festival acontecerá em diversas salas de cinema, além da que fica no próprio Clube Hebraica. Ao todo serão 3 salas gratuitas e outras com ingressos que variam de R$ 6,00 a r$ 40,00.

Para a edição de 2017, o festival buscou reunir filmes de temática judaica nos seus mais diversos aspectos, como esportes, música, história, feminismo, imigração, direitos humanos, entre outros temas. O filme de abertura, o alemão Bye Bye Alemanha, conta a história de David Bermann que, ao lado de seu grupo de amigos, escapou do regime nazista e sonha em partir para a América.

Outro destaque é o longa-metragem No Mapa, que fala sobre a superação por meio do esporte. Em uma batalha considerada de “David contra Golias”, o time israelense do Macabi Tel Aviv conseguiu derrotar os campeões soviéticos, em um momento inesquecível da história do basquete mundial e para a história de Israel. Naquela final do Campeonato Europeu de Basquete em 1977, toda a nação se uniu para acompanhar e torcer pelo grande feito do time. O chamado “Milagre de Hardwood” é contado de forma emocionante pelo capitão da equipe e herói do basquete israelense Tal Brody e por outros jogadores e jornalistas da época. Brody estará presente na sessão do dia 5 de agosto, também na Hebraica.

Entre os filmes de não-ficção, aparece a obra produzida em parceria entre França e Itáilia, O Maestro. O documentário relata a história de um maestro determinado e sua busca por músicas compostas clandestinamente durante a II Guerra Mundial em campos de concentração. Ajudado por sua esposa e amigos, ele arquivou mais de 4.000 partituras, incluindo sinfonias, óperas, canções folclóricas, obras litúrgicas e, também, música cigana.

“O Festival, definitivamente, entrou na programação anual da cidade de São Paulo e dos fãs da sétima arte. Para 2017, nosso objetivo é ampliar ainda mais o espaço para o debate, exibindo obras de grande qualidade e de relevância internacional”, afirmaa Monica Tabacnik Hutzler, diretora cultural do festival.

A programação completa de filmes e horários está disponível no site: http://www.hebraica.org.br/festival-de-cinema-judaico/

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